Como Pedir Desalienação de Veículo do Banco ou Financeira

Como Pedir Desalienação de Veículo do Banco ou Financeira
Quitou o financiamento e agora?
Quero desalienar o veículo, como faço?
Como desalienar um veículo financiado com banco?
Como fazer o “Pedido de Desalienação Financeira do Veículo”?
Pedir a desalienação do veículo no banco ou financeira?
Não basta quitar o carnê para chamar o veículo de seu, como desalienar?
Que procedimentos para desalienar seu carro deve ser feito na financeira?

Todas essas perguntas são de proprietários que compraram veículos através de financiamentos de veículos em bancos ou financeiras, sempre que podem eles nos enviam emails perguntando como deve proceder para solicitar a retirada do gravame de alienação do veículo depois de ter terminado os pagamentos do carnê, ou seja, depois de concluído a quitação.

O primeiro passo depois de ter feito a quitação de todas as parcelas do financiamento ou ter feito a liquidação antecipada do contrato de financiamento do veículo, é solicitar junto a instituição credora a liberação do veículo para passar para o seu nome.

Antigamente o Detran era quem incluía o gravame, quando o veículo era registrado, como também dava a baixa, quando da quitação do financiamento era formalizada.

Desalienação de Veículo

Com as mudanças naturais dos sistemas que gerenciamento, atualmente essas informações são feitas pelos próprios agentes financeiros, eles registram tanto a inclusão do gravame quanto a sua baixa através do “Sistema Nacional de Gravame” (SNG).

Desta forma o sistema ficou muito mais ágil. Quando uma pessoa vai ao Detran fazer o registro de um veículo, a autarquia verifica o sistema (SNG) e consulta se existe algum registro de financiamento. Se o veículo for financiado, o órgão emite o documento constatando que há alienação fiduciária.

Da mesma forma acontece quanto à desalienação financeira do veículo, quando o proprietário se dirige ao Detran para solicitar um novo documento do veículo que não consta a alienação fiduciária.

A autarquia, faz a devida consulta ao SNG e, constatando que o agente financeiro (banco/financeira) já deu a baixa no gravame, um novo documento CRV (Certificado de Registro de Veículos), é emitido livre da alienação.

Com o “Sistema Nacional de Gravame” (SNG), a desalienação financeira do veículo ficou muito mais eficiente e rápida, já que só o envio da carta de quitação ao proprietário do veículo poderia levar um ou mais meses. Com esse sistema, o prazo diminuiu, leva de 10 a 30 dias.

Vale lembrar que a baixa feita diretamente pelas instituições financeiras dando o veículo como quitado e livre de ônus fiduciário, até tornou o processo mais rápido e prático, porém não isenta o proprietário do veículo de ir ao Detran para realizar a vistoria no veículo e retirar um novo DUT/CRV, sem constar o gravame, ou seja, sem estar com a alienação fiduciária carinbada.

Esse processo apesar de ser simples de entender, ainda tem trazido algumas confusões para proprietários de veículos alienados. Alguns acreditam que a simples baixa do agente financeiro no SNG (Sistema Nacional de Gravame) é o suficiente para que o Detran emita um novo DUT sem o registro de alienação fiduciária.

O que mais acontece e com frequência, é ao terminar de pagar o financiamento o propietário acredita que a quitação ocorre automaticamente. Concluido a quitação, o Detran envia o novo documento para a casa do proprietário ainda constando a alienação, neste caso pensam que o erro foi da Autarquia.

No entanto, a baixa enviada pelo agente financeiro ao Detran agiliza o processo de desalienação e evita que o proprietário precise ir a um cartório para reconhecer firma da antiga carta de quitação.

Mas o proprietário tem que estar atento que é preciso ir ao Detran fazer a vistoria no veículo quitado, essa vistoria irá permitir que seja emitido um novo documento CRV (Certificado de Registro de Veículos) livre do gravame.

Bom agora que você já sabe como fazer, vá em frente, tome o que é seu.

Qual custo para contratar empréstimo pessoal no banco?

Qual o custo para “contratar empréstimo pessoal” no banco e quando você pega dinheiro emprestado em uma instituição financeira como a Crefisa, Geru ou Lendico?
Qual custo para contratar empréstimo pessoal no banco?

Quando uma contratação de empréstimo pessoal ou financiamento é concluída, poucas pessoas sabem realmente ou procuram saber quais foram os custos da operação, mas, nessa transação financeira o contratante acaba sempre pagando inúmeras taxas e tarifas ocultas, além dos juros que supostamente é informado.

Existe alguma forma de saber quais taxas são pagas em um empréstimo pessoal? Claro que sim, o cliente tomador de empréstimo que quer saber o custo total envolvido na operação, consegue constatar as informações através de um dispositivo chamado Custo Efetivo Total (CET).

O CET Foi criado pelo Banco Central para ajudar o consumidor na comparação dessas despesas entre as diferentes instituições financeiras que emprestam dinheiro com juros.

O custo efetivo total (CET), é uma informação que deve constar em todas as operações de crédito, inclusive bancos e instituições financeiras são obrigadas, tanto nos empréstimos pessoais para pessoa física, quanto para operações de empréstimos para microempresas e pequenas empresas.

O CET informa todas as despesas que compõe uma concessão de crédito, além da taxa de juros, os empréstimo são compostos por tributos como o (IOF (Imposto sobre Operação Financeira), seguros (para proteger o empréstimo em caso de morte ou invalidez do mutuário) e outras taxas administrativas. Não consta no CET, mas tarifas como o (TAC – tarifa ou taxa de análise de crédito), que apesar de ser proibida, ainda é cobrada por alguns agentes ao concluir certos tipos de financiamentos.

A idéia principal quando o CET foi criado pelo Banco Central é, oferecer ao consumidor a possibilidade de conhecer todos os encargos financeiros inclusos nos financiamentos e empréstimos pessoais, desta forma, o tomador de crédito poderá saber exatamente qual será o custo real do dinheiro que tomou emprestado em uma linha de crédito em banco, financeiras, cooperativa de crédito e instituições que oferecem modalidades de crédito.

Não podemos deixar de citar que ao contratar empréstimo pessoal ou empréstimo com restrição outros encargos podem ser solicitados ao cliente em casos de descumprimento dos pagamentos das parcelas mensais, multas moratórias e juros por atraso podem fazer com que o custo do empréstimo fique ainda mais alto.

Vai contratar empréstimo pessoal? Então antes de fechar o negócio, sempre peça para que seja informado o CET, e todos os custos que serão incluídos na operação, mesmo aqueles por fora, ou seja, que não consta no CET mas é cobrado na hora de fazer a solicitação.

Faça as contas para ver se vale ou não a pena.

Preciso de linha de empréstimo pessoal, o que posso fazer?

Preciso de linha de empréstimo pessoal
Quantas vezes você já esteve numa situação onde pensou “Preciso de linha de empréstimo pessoal, o que posso fazer? É, na atual situação, é muito certo que algumas vezes, não é mesmo?

E aqui no Brasil? É fácil solicitar ou conseguir uma linha de empréstimo pessoal? Muito, muito fácil! Mas possível.

Você já deve ter lido ou ouviu algo desse tipo – faça um empréstimo pessoal aqui! – empréstimo pessoal com taxa de juros mais baixa do mercado – peça seu empréstimo pessoal aqui e ganha um brinde – mude de banco e consiga taxas mais baratas em empréstimo e financiamentos – traga sua conta-salário e obtenha juros mais baixos – cartão de crédito sem anuidade ou taxa zero nos financiamentos.

Linha de empréstimo pessoal

Poderíamos ficar escrevendo dezenas de frases completas com essas chamadas promocionais de crédito, nós escutamos ou lemos todos os dias aonde quer que estejamos, nos lugares mais inapropriados possíveis.

Outro dia entrei no banheiro masculino de um Shopping Center muito famoso aqui em São Paulo e me deparei com um anúncio de cartão de crédito que também faz empréstimos, não preciso nem falar o nome, é fácil saber.

As ofertas de empréstimos estão no mêtro, nos ônibus e até em táxis é possível ver propagandas de instituições bancárias e financeiras divulgando seus produtos de crédito. Esse tipo de informação visual está inundando as tardes de Domingo, os noticiários da TV, as mídias online e todo tipo de meio de comunicação.

Estão dia a dia enchendo as mentes das pessoas que é fácil conseguir dinheiro emprestado para fazer o que quiser, induzindo a necessidade de utilizar mais e mais crédito, basta querer ou desejar alguma coisa.

Hoje é fácil conseguir linhas de empréstimo e modalidade de crédito para compra do automóvel, financiamento para compra do imóvel para moradia, crediário dos utensílios ou eletrodomésticos para a casa, e o mais comum, pegar empréstimo para cobrir despesas ou extravagância no orçamento mensal.

Você já deve ter percebido que o crédito financeiro faz parte da vida de uma boa porcentagem de brasileiros.

Com os índices dos últimos meses da inadimplência nos financiamentos, empréstimos pessoais, cartão de crédito e agora também com o aumento na devolução de cheques sem fundos, sem falar nas contas de consumo não pagas, fica a questão – será que o crédito é um mal necessário ou um bem arruinador de finanças, principalmente para os mais afoitos e que não sabem usá-lo?

A pergunta é! Será que você está preparado para solicitar um empréstimo pessoal nesse momento, você consegue utilizar de forma consciente o crédito que está disponível em forma de plástico (cartão de crédito), seu limite de crédito e empréstimo pré-aprovado em sua conta bancária?

Linha de crédito e dinheiro virtual

Se a sua resposta for sim, parabéns você é um dos poucos com essa habilidade de manipular o sistema financeiro à seu favor, se têm dúvidas na resposta, o melhor é ir com calma com o uso do dinheiro virtual (crédito e empréstimos), se respondeu que não, e mesmo assim vai continuar gastando e pegando mais dinheiro emprestado no cartão e limite da conta até para ir no cinema, então meu amigo o seu destino certo será o SPC e Serasa.

Boa sorte!